Lembranças e seus efeitos: A intensidade de um ano depois dos filhos

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Acho que todo mundo que tem o facebook, conhece aquela ferramenta deles que nos lembra o que postamos na mesmo dia, em anos anteriores, certo?

Eu sempre gostei de viver um pouco as minhas nostalgias da vida, mas confesso que desde que me tornei mãe, algumas lembranças chegam como uma facada no coração.

Semana passada tive uma crise intensa de choro após ver um vídeo da Bellinha, postado em 2015.
365 dias se passaram desde aquele registro, e ele voltou para os meus olhos em pleno início de uma quarta-feira.
Lembro que parei de me arrumar na hora, e só consegui sentar na cama e chorar.

Não, não era um vídeo triste. Muito pelo contrário: Tinha ela sorrindo, tinha o mar, tinha ela falando com aquela voz de criança meiga…
Mas um ano havia se passado, e aquela pequena criança já não era mais a mesma.

A gente tem o costume de dizer que a vida passa ainda mais rápido depois dos filhos, mas relembrar aquilo me deu a sensação que aquele ano havia passado num piscar de olhos (literalmente).

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3 motivos para assistir “Cegonhas – A história que não te contaram”

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No último sábado nós fomos conferir em primeira mão a animação “CEGONHAS – A HISTÓRIA QUE NÃO TE CONTARAM”. (Valeu Espaço/Z!)

Confesso que não criei muitas expectativas porque sabia que a baixinha estaria elétrica (seu pico de energia é sempre pela manhã), e fiquei morrendo de medo de me apegar ao filme e não poder assistir até o final. Mas mesmo assim, fui.

Cheguei no shopping meia hora antes do início do filme para aquele ritual de sempre: Xixi, e fila da pipoca. (E daí que eram 10h da manhã né?! Animação sem pipoca NÃO VALE).

Encontrei a Bruna, do Blog Um Palpite (minha ajudante master com a Bellinha – ir sozinha ao cinema com uma criança é quase um atestado de surto), e lá fomos nós com três pacotes de pipoca, três copos com refri, três óculos (inúteis, pois o filme NÃO era em 3D), e uma criança em êxtase com um balão de smile (valeu tia Bu).

Bom, antes de contar a minha opinião sobre o filme (siiim, consegui assistir inteirinho), deixa eu contar sobre o que se trata, né?!

Então olha só a sinopse:

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5 formas fofas (e práticas) de prender o cabelo de meninas

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Mães e pais de meninas (tias, avós, dindas, amigas das mães de meninas e qualquer gente boa que colabore na hora de arrumar a cria), esse post é para vocês! (Mães de meninos: Calma, logo mais tem post para vocês também).

Cansei da mesmice dos penteados tradicionais para a Bellinha (que é bem cabeluda, inclusive), e também da dificuldade de reproduzir algumas inspirações que vi nos últimos dias. Então resolvi fazer uma busca de formas diferentes de prender o cabelo da baixinha. Maneiras fáceis, bonitas, e claro: divertidas. Afinal, criança é alegria e é possível passar isso até mesmo nos cabelos.

Então, vem conferir essas fofurices que não precisam de 5 mãos para serem feitas em casa rsrsrs

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Carta aberta para a vizinha cujo bebê está chorando

 

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Querida vizinha cujo bebê está chorando,

Já são mais de dez da noite e eu finalmente consegui parar um pouco para tomar um banho..
Estou quase ligando o chuveiro quando decido parar para ouvir um pouco o silêncio da minha casa. Mas para a minha surpresa, o mundo parece desabar do lado de fora.
Uma criança chora.

Acho que a maternidade me trouxe um pouco de super poderes com relação a sentimentos de crianças. Então já começo a me atentar aos graves e agudos desse choro tentando decifrar se é mais uma manha, ou se pode ser algo mais sério.

Sim, eu entendendo de choros de criança.
E o do seu filho definitivamente não me parece ser de apenas uma birra na hora de dormir.
Eu digo isso porque já ouvi essa entonação antes… ou melhor, eu já VIVI esse tipo de choro.

Imagino o quão desesperador isso esteja sendo para você.
Primeiro porque tenho certeza que já está cansada. Como disse, já passam das dez e é bem provável que você já esteja exausta por um longo dia.

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10 atividades para entreter as crianças sem precisar gastar

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O feriado está chegando!

Por aqui, terei 5 dias com a baixinha em casa (na quinta é feriado em Curitiba, e sexta compensarei o banco de horas). O que significa: HAJA INSPIRAÇÃO para manter a baixinha entretida, e lógico: para curtir com ela de verdade.

Então, estou fazendo nossa programação de ‘mini férias’, e aproveitei para separar para vocês as 10 atividades mais legais para se divertir junto com as crianças dentro de casa mesmo (ou que pelo menos não custam quase nada).

Olha só:

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Parem de difamar a maternidade

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Vamos polemizar? VAMOS POLEMIZAR!

Quem me conhece, sabe que eu prego a maternidade com amor. E também sobre a criação com apego. Ou qualquer outro título que você dê para a forma de expressar um sentimento bom sobre ser mãe.

Porque sim, eu amo muito maternar. E isso não quer dizer que essa tarefa (eterna) seja fácil. Nem que é linda e maravilhosa 100% do tempo. Mas o amor que existe dentro de mim é tão imenso, que eu não consigo espalhar para o mundo outra coisa que não seja FELICIDADE ao falar sobre a minha vida de mãe.

A minha teoria é simples: Depois dos filhos a gente abre mão de muitas coisas. Mas nunca ficamos com as mãos vazias. A gente troca de sonhos, de vontades e até de gostos… Alguns dias são um caos na terra. Outros, sentimos uma alegria que parece vir dos céus.

E uma coisa é certa: Só entende de fato tudo isso, quem VIVE isso. Não adianta eu sentar e tentar explicar para alguém que não tem filhos, como é esse amor que transborda o peito. É inútil.
Tentaram me avisar, mas somente a vivência dele é que me fez crer na sua veracidade.

Então eu te pergunto: Se a maternidade só é real quando vivida, que diabos é essa ideia de ‘alertar quem quer ter filhos’?

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8 coisas que aprendi depois de me tornar mãe

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Depois de mãe a gente aprende tanta coisa, que chegamos até a nos questionar quem veio ao mundo para ensinar quem.

Eu que achava que seria a ‘professora da vida’ da Bellinha, acabei descobrindo uma fonte inesgotável de aprendizados diários. Coisas que eu havia me esquecido, ou tinha me deixado influenciar pela maldade do mundo.

Sabe quando você se pega praticando algo e pensa: “Por que não fiz isso a vida inteira?”

Então, a maternidade me trouxe muito disso. E eu separei as 8 que mais mexeram comigo, e compartilho com vocês agora! Olha só:

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Mãe que trabalha fora x Filha doente

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Eu já vivi muitas dores na maternidade.

Desde as físicas (dores nas costas, dor de cabeça…), até as emocionais, como cansaço extremo, por exemplo.

Mas dentre tantos sentimentos já experimentados nestes 3 anos com a Bellinha, ainda não encontrei um nome que defina o que é ver minha filha doente, e precisar ficar longe dela por causa do trabalho.

É sério, parece um estilo de tortura muito intensa e que nada cura.

Crianças doentes já exigem mais de nós: normalmente não dormem muito bem, ficam super amuadas, e grudam ainda mais na mãe (talvez pelo elo único que temos). E depois de tanto cansaço físico e psicológico, ainda precisamos enfrentar aquela hora do dia que parece ser o fim do mundo nesses casos: A separação na hora de ir trabalhar.

Acho que ainda não inventaram um remédio, ou palavras que possam confortar o coração de uma mãe nessa hora. Só quem vive isso sabe como é insustentável essa relação de “Preciso trabalhar x Minha filha precisa de mim”. E eu vou te dizer: no final do dia não ha vitória. Só uma culpa pesada e obscura que a gente carrega no peito por não ter feito nada direito, no fim das contas.

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A sanidade depois da maternidade

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Sabe aqueles dias em que tudo parece sair do controle?

E eu não estou falando só sobre a maternidade: é casa, trabalho, relacionamento, amizades, contas…

Nós, mulheres, temos uma capacidade absurda de atender a várias funções ao mesmo tempo, mas ao nos tornarmos MÃES tudo ganha uma nova dimensão.

Tudo isso é porque deixamos de ser nossa própria prioridade. Depois de mãe, a gente aceita desistir de muitas coisas que antes pareciam importantes: A gente desiste daquela roupa que tanto queria, a gente desiste de ir a uma festa… Nos tornamos seletivas ao extremo, mas nunca conseguimos renunciar a maternidade em si.

A sociedade não acolhe a mãe que pára (ou pira, entenda como quiser). É preciso sempre seguir em frente. Independente se a vontade é de simplesmente empacar e não continuar com o planejado.

Por aqui, depois de vários dias me sentindo obrigada a sorrir e acenar, descobri que a gente pode surtar às vezes… Só não pode desistir é de nós mesmas. Porque quando a gente se perde, não temos um caminho para apontar. E enquanto nós fingimos que nossa dor ou frustração não é importante, mais cargas emocionais são adicionadas à nós. E de repente, o corpo fala. E quando isso acontece, talvez seja tarde demais…

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Papais da Internet – Dois caras que vale a pena seguir

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O Dia dos Pais está chegando, e nada mais justo do que dedicar alguns posts especiais à eles, não é mesmo?

Então eu resolvi falar sobre a paternidade, mas de uma forma super atual. Afinal, mamãe blogueira a gente conhece várias, e a maioria é realmente muito boa. Mas e quanto aos homens?

Não tão comuns quantos às mães, os papais da internet surgiram com tudo e surpreendem a cada dia com seus textos e suas formas lindas de viver sua função.

Confesso que por serem raros, os poucos que existem me deixam sempre boquiaberta com a forma como conseguem expressar seu amor, e também, como abraçam o sentimento paterno sem nenhum tipo de machismo (aquela ideia de que homem não pode demonstrar sentimento).

Separei os dois papais da internet que são sucesso puro, e que vivem a paternidade de uma forma admirável, e claro: sempre em parceria com suas companheiras de vida.

Nada melhor do que ver e comprovar que homem também pode exercer seu papel de forma espetacular… Basta querer.

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