Minha filha não se adaptou na escola nova!

Sei que já se passaram várias semanas desde os perrengues que passei, mas só agora me senti confortável para escrever sobre o assunto.

Quem me acompanha nas redes sociais, viu meus desabafos e meu problema com relação à adaptação da Isabelle na nova escola. Mas eu ainda não havia contado para ninguém O QUE ACONTECEU DE FATO.

Embora eu ainda não tenha certeza absoluta e não queira simplesmente apontar dedos (ou jogar pedras), eu ao menos sei qual foi o gatilho que me fez perceber que aquilo não estava ok.

Bom… A baixinha teve seu primeiro ano escolar em 2016. Estudava no período da tarde em uma escolinha super renomada (contei o motivo da minha escolha AQUI). Durante a manhã, ficava com a avó.

Como perdíamos muito tempo no trajeto e ela dormia assim que entrava no carro, decidimos mudar tudo neste ano.
Procurei escolas próximas ao meu trabalho, e ao trabalho do meu marido. Por questões financeiras, escolhemos uma bem pertinho do trabalho dele. Ficamos confiantes com a reação da Bellinha ao visitar o local pela primeira vez… E mesmo que nós dois estivéssemos tendo dificuldades de aceitar a “queda” da qualidade do ambiente (ela saiu de uma escola grande, para um escola de bairro), ainda acreditávamos que tudo ficaria bem.
Apesar de pequeno, o local já tinha mais de 25 anos de funcionamento (inclusive eu já havia estudado lá).

Entre a matrícula e o primeiro dia de aula, fomos mais umas 3 vezes até lá. Em todas, a baixinha parecia adorar a ideia.
A essa altura, eu jamais imaginaria que poderia dar tão errado.

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Sobre a simplicidade que um filho nos faz enxergar…

Ha quem diga que filhos custam caro…
Eu já digo que eles na verdade nos fazem entender melhor o valor das coisas.

Para um presente caro, a alegria de rasgar o papel de presente…
Para uma viagem de luxo, a delícia que é tomar um picolé com os pés na areia…
Para uma festa gigantesca de aniversário, a magia focada somente nos balões…
Para uma roupa linda, a felicidade em poder suja-la…
Para um passeio no meio da tarde, a emoção de pegar flores pelo caminho…
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Precisamos pagar para criarmos um filho gentil?

Tem uma foto que voltou a circular no facebook, que mostra os “valores em reais” de cada “tarefa” que o filho deve fazer – e a sua punição (ou desconto), caso não faça.
Confesso que não senti vontade nenhuma de imprimi-la. Mesmo sendo a favor da famosa “mesada”, a descrição dos serviços me chocou.
Eu não sei pra vocês, mas na minha época isso tudo era “obrigação”.
E não, eu não fui criada na base da cinta, nem dos castigos obscuros (daqueles que a criança fica “cheirando” o canto da parede até anoitecer), nem nada disso.

E pasmem: eu sou a favor da mesada sim! Inclusive, fui criada ganhando um valorzinho semanal (leia-se: R$ 5,00 por semana), com o intuito de aprender o real valor do dinheiro e para trabalhar meu auto-controle com relação aos meus desejos de criança (Afinal, ir no mercado e apontar para tudo na prateleira é uma coisa… Mas e quando é para pagar com nosso próprio dinheirinho?!).

Ajudar meus pais fazia parte do meu dia-a-dia, afinal, eu morava naquela casa também. Tinha saúde e os braços bem dispostos a recolher os pratos sujos da mesa.
Meus pais trabalhavam para que eu pudesse ter um ensino bom então eu sabia que precisava aproveitar aquilo. Nunca recebi um centavo por tirar 10 numa prova. Ver os olhos da minha mãe brilhando era o suficiente.
Agora o mundo parece ter dado uma volta e eu vim parar num lugar que eu não tô mais entendendo!

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Dr. Drauzio Varella em Curitiba! “Por que recomendamos o consumo do leite?”

É difícil imaginar que alguém não o conheça ainda, mas convidado bom, a gente apresenta quantas vezes for necessário, então…

Dr. Drauzio Varella é o médico mais conhecido e admirado do Brasil, especialmente, por popularizar a medicina no país, por meio de programas de rádio e TV.
Especialista em Oncologia e Imunologia, é também cientista e escritor. Como um dos primeiros pesquisadores do vírus da AIDS no país, trabalhou voluntariamente na Casa de Detenção de São Paulo (conhecida como Carandiru) para pesquisar e prevenir a prevalência do vírus HIV entre os presos. Essa experiência, o levou a escrever o livro “Carandiru”, no qual retratou a realidade da Casa de Detenção de São Paulo.

Mas ele também entende de um outro assunto muito comentado nos últimos tempos…

Beber leite realmente faz mal à saúde? Qual a idade indicada para iniciar o consumo de laticínios? Qual deles é indicado?

Embora muito se fale do consumo de lácteos como algo prejudicial à saúde, o Dr. Drauzio recomenda a inserção destes produtos na alimentação como parte de uma dieta saudável e equilibrada para crianças, adultos e idosos.

E para responder a estas e mais questões sobre o assunto, o #bebamaisleite decidiu convidá-lo para falar sobre o tema. Uma palestra com um conteúdo importantíssimo para analisarmos e entendermos mais sobre o assunto. Desmistificar algumas teorias que estão circulando por aí, podem fazer uma grande diferença no futuro da saúde!

Quer saber mais sobre o evento? Então olha só:

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Mastite – O que é, e como prevenir

Amamentação já é algo difícil e doloroso por si só. Não bastasse o começo traumático (pelo menos para 99% das mulheres que conheço foi assim), o desenrolar desse enredo pode vir cheio de imprevistos, e mais dores.

Só quem já passou por uma mastite sabe do que eu estou falando.

Você está lá, plena e confiante que superou a parte de complicada e PÁ! Seu peito vira uma pedra e chega a dar vontade de gritar de dor.

Infelizmente, isso é mais comum do que a gente imagina. A mastite atinge milhares de mulheres durante o período em que amamentam, e muitas vezes, as fazem desistir de continuar (porque sim, a dor é tenebrosa mesmo).

Mas embora pareça que você vai sofrer com isso para sempre, ela tem cura. E também, há métodos de prevenção que realmente funcionam.

A mastite é uma inflamação da mama devido ao entupimento dos canais por onde o leite passa. Ou seja: Entope quando enche demais!

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Dia da Mulher – A realidade sem cortes

Hoje não é o Dia Internacional da Mulher, mas é mais um dia em que eu merecia um prêmio por ser uma!

Acordei às 5:50 pensando em um texto para amanhã.
Passei a manhã toda tentando bolar algo… Entre me vestir, dar banho na Isabelle, preparar café da manhã para a família, trocar a água e repor a ração da cachorra, levar o marido até o trabalho e pegar um trânsito infernal até a escola da filha, escrevi várias frases mentalmente.
E quando eu finalmente comecei a bolar algo bacana, vejo uma jorrada de vômito em minha direção.
Minha mente deu tela azul.
Só conseguia pensar no que eu iria pegar para que o estrago não fosse ainda maior (cheiro de vômito no carro não sai nem com água benta). Tirei o cinto na velocidade da luz, coloquei um travesseiro na frente da baixinha e segurei seu cabelo enquanto me contorcia no melhor estilo Dayane dos Santos.
Desci do carro, peguei no colo fazendo malabarismo pra não encostar naquele café da manhã azedo, e fui até a escolinha para lavá-la.

Entre choros e babas, ouvi uma voz baixinha dizendo que tudo o que queria era poder ficar comigo.
Engoli minha dor, e enquanto quase explodia por dentro, coloquei a roupa suja numa sacola, vesti as peças limpas e a acompanhei até a sala de aula.

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Relato do meu pós-parto – E o que aconteceu mais de 3 anos depois

A nostalgia me pegou. E nos últimos dias tenho visto muitas fotos antigas… Das bonitas, às nem tão bonitas (que a gente guarda só pra relembrar o momento, mas que jamais mostraria para alguém).

Eis que me deparei com as imagens que uma amiga fez no dia seguinte ao nascimento da Bellinha… Eram fotos que sempre guardei a 7 chaves porque sentia vergonha de mim. Minha filha havia acabado de nascer e eu só conseguia sentir vergonha da carcaça que ficou. Afinal, por quase 9 meses fui sua casa, e esqueci do que restaria depois.

3 anos, 7 meses e 2 dias depois, eu senti a necessidade de mostrar para o mundo mais um pouco da minha maternidade real.
Não, eu não vou falar sobre sentimentos com relação ao bebê (isso eu já falei AQUI).

Eu preciso falar sobre mim. Sobre meu corpo, meu cabelo, minhas roupas. Sobre mim, pós parto.

E preciso falar porque sei que pra muita gente foi ou será igual:

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Na cozinha com as crianças: Como elas podem ajudar (por idade)

Gente, quem me conhece sabe que eu amo incluir a Bellinha em tudo que posso. Deixá-la participar da minha rotina é uma forma de tê-la ainda mais pertinho, e o melhor: aprendendo as coisas do dia a dia na prática.

Embora cozinhar fosse meu momento de paz, confesso que o caos que ela trouxe para a cozinha me deixa super feliz. (Afinal, os olhinhos dela até brilham, e eu me derreto).

Por isso decidi compartilhar com vocês dicas de atividades que as crianças podem fazer, relacionadas à idade. Olha só:
Obs.: É claro que os pais sabem o melhor tempo para os filhos, estas são apenas sugestões que você pode adequar à sua realidade. E claro: Que tudo tem um início, por isso é bom incentivá-los, mesmo que ainda não saibam fazer.

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Hey você, que tem um bebê pequeno e está a ponto de explodir…

Hey você! Que tem um bebê pequeno e está a ponto de explodir:

Respire fundo. Deixe as lágrimas rolarem se elas insistem em cair.

O que eu vou te dizer agora não é romantizar a maternidade, porque eu não vou lhe esconder nada, tá?!

Essa fase aí cansa mesmo. Tem momentos em que a gente pensa em jogar tudo pro alto (só não joga porque lembra que somos nós mesmas que teremos que juntar). Tem dias em que só dá vontade de chorar. Tem horas em que falta até o ar, e…

Isso é real!

Mas passa.

Enquanto estamos vivemos a bagunça do furacão, dá a impressão que não sobreviveremos sem grandes sequelas. E de repente… PUF… Passou!
E sabe porque as outras mães insistem em dizer que você vai sentir saudade de tudo isso?

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5 coisas para o pai fazer enquanto a mãe amamenta

A amamentação é a única coisa que ninguém pode fazer por você. Mas isso não quer dizer que o resto do mundo deva te deixar lá, sem nenhum tipo de amparo.

Cada dia que passa eu vejo que a sobrecarga nas mães se dá especialmente na fase da amamentação, pois é quando o bebê mais exige delas fisicamente, e emocionalmente.
Por motivos óbvios, uma mãe que amamenta não pode simplesmente passar a bola (ou a teta) para outra pessoa nessa situação. Mas o apoio pode vir de diversas formas, e deve acontecer diariamente pelo bem da saúde da mulher, e do bebê (afinal, o estresse é um vilão na amamentação, já que seus hormônios são capazes de inibir a ação da prolactina -produção do leite- e da ocitocina -descida do leite-).

O pai pode (e deve) ser um aliado (Vou abrir um parênteses aqui e acrescentar que você pode substituir a palavra “pai”, por outra pessoa que viva com você – sua mãe, irmã, amiga…)!

Então, pai, olha só como você pode ajudar a mãe amamentando:

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